Sumário
Neste artigo, você vai entender as principais tendências de UEM (Unified Endpoint Management) em 2025, como elas impactam segurança, mobilidade e conformidade, e o que as organizações precisam preparar para 2026.
Em 2025, a forma como as empresas passaram a encarar a gestão de dispositivos mudou de forma profunda. Com a aceleração da transformação digital na linha de frente e a modernização de dispositivos robustos, o UEM (Unified Endpoint Management) deixou de ser apenas uma ferramenta operacional e evoluiu para uma plataforma central, capaz de impulsionar segurança, identidade, eficiência operacional e conformidade regulatória.
Aqui está uma visão abrangente das principais mudanças no setor que marcaram 2025, destacando como as organizações modernizaram suas estratégias de mobilidade para ganhar mais controle, agilidade e resiliência em ambientes cada vez mais distribuídos, além de dicas de como se preparar para 2026. Confira!
Em 2025, a UEM consolidou-se como um dos pilares do modelo de segurança Zero Trust. A simples identificação do usuário deixou de ser suficiente para garantir acesso a aplicações e dados corporativos. Passou a ser indispensável validar continuamente o estado e a confiabilidade do dispositivo.
Nesse contexto, o Unified Endpoint Management tornou-se responsável por avaliar critérios críticos de segurança, como:
A chamada Confiança no Dispositivo (Device Trust) passou a ser um pré-requisito antes da concessão de acesso a aplicações corporativas, reforçando o princípio fundamental do Zero Trust: nunca confiar, sempre verificar.
Em 2025, as equipes de linha de frente passaram a ocupar o centro das estratégias de UEM. Setores como varejo, saúde, logística e manufatura ampliaram de forma significativa o uso de tecnologias móveis e dispositivos especializados para sustentar operações críticas e contínuas.
Esse movimento impulsionou a adoção em larga escala de:
Nesse cenário, as empresas passaram a demandar capacidades específicas de gerenciamento, como:
Com isso, a UEM com foco na linha de frente consolidou-se como um dos temas mais relevantes de 2025, permitindo que organizações equilibrassem agilidade operacional, segurança e conformidade em ambientes altamente dinâmicos.
Em 2025, o compartilhamento de dispositivos móveis expandiu-se de forma acelerada em praticamente todos os setores, impulsionado principalmente por ganhos de custo, eficiência operacional e escalabilidade. Em vez de um dispositivo por colaborador, muitas organizações passaram a adotar modelos compartilhados para sustentar operações contínuas e de alto volume.
Para viabilizar esse cenário com segurança e controle, a gestão de dispositivos corporativos evoluiu e passou a oferecer recursos avançados, como:
Essas capacidades elevaram o gerenciamento de dispositivos compartilhados a um recurso de nível empresarial, tornando o UEM essencial para organizações que precisam equilibrar experiência do usuário, segurança e governança.
Em 2025, a adoção de dispositivos Android robustos cresceu de forma expressiva, especialmente nos setores de logística e manufatura, onde a mobilidade é crítica e os ambientes operacionais são mais exigentes. Esse avanço consolidou o Android como a principal plataforma para operações de campo e chão de fábrica.
Diversos fatores impulsionaram essa mudança, entre eles:
Na prática, as equipes de TI passaram a exigir funcionalidades específicas para esse tipo de dispositivo, incluindo:
Diante dessas demandas, o gerenciamento unificado de endpoints evoluiu para suportar fluxos de trabalho específicos para ambientes robustos, tornando-se uma peça-chave na gestão de dispositivos Android industriais com alto nível de controle, visibilidade e eficiência.
Em 2025, a Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um recurso complementar e passou a desempenhar um papel central nas plataformas. Mais do que automatizar tarefas, a IA passou a atuar de forma proativa, antecipando problemas e otimizando decisões operacionais.
As principais plataformas de UEM incorporaram capacidades avançadas de IA, como:
Como resultado, a IA reduziu drasticamente a carga de trabalho das equipes de TI, permitindo que profissionais deixassem atividades reativas e repetitivas para focar em estratégias de segurança, governança e inovação.
Em 2025, o gerenciamento de aplicativos passou a ocupar uma posição central dentro das estratégias de UEM (Unified Endpoint Management). Diante do aumento de riscos, do trabalho distribuído e da diversidade de dispositivos, as organizações passaram a priorizar controle, visibilidade e segurança no nível do aplicativo.
Esse avanço foi impulsionado por melhorias significativas em áreas como:
Com essas capacidades, as empresas passaram a priorizar experiências de aplicativos seguras, padronizadas e altamente controladas, garantindo produtividade sem abrir mão da conformidade e da proteção de dados corporativos.
Com o avanço do 5G privado em 2025, a gestão da conectividade corporativa passou por uma mudança significativa. As organizações passaram a exigir que as plataformas fossem além do gerenciamento de dispositivos, assumindo também um papel ativo no controle e na segurança da conectividade.
Em ambientes corporativos reais, o UEM precisou lidar com capacidades avançadas, como:
Esses recursos tornaram-se essenciais para ambientes de missão crítica, como fábricas, armazéns, portos e hospitais, onde conectividade confiável, segura e de baixa latência é um requisito operacional — e não uma opção.
Em 2025, a automação da conformidade deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito essencial para o gerenciamento de dispositivos móveis. O aumento da complexidade regulatória e a pressão por respostas rápidas levaram as empresas a abandonar processos manuais e adotar modelos de conformidade contínua.
Esse movimento foi impulsionado por mudanças e reforços regulatórios, como:
Para atender equipes de TI, as plataformas de gerenciamento unificado de endpoints evoluíram com recursos de automação avançada, incluindo:
Com isso, o Unified Endpoint Management consolidou-se como a camada central de governança e conformidade, permitindo que as organizações mantenham aderência regulatória sem comprometer agilidade, segurança ou escala.
Em 2025, a resolução remota de problemas evoluiu de forma significativa dentro das plataformas de UEM, tornando-se mais rápida, inteligente e orientada ao contexto operacional. Essa evolução foi especialmente crítica para ambientes de linha de frente e operações de campo, onde o tempo de inatividade impacta diretamente a produtividade e os resultados do negócio.
As principais melhorias em suporte remoto incluíram:
Essas capacidades permitiram uma resolução de incidentes muito mais ágil, diminuindo deslocamentos físicos, reduzindo custos de suporte e garantindo continuidade operacional para dispositivos utilizados em operações críticas de linha de frente e campo.
À medida que as plataformas de UEM (Unified Endpoint Management) evoluem, 2026 será marcado por uma integração ainda mais profunda entre identidade, segurança e gerenciamento de dispositivos. As organizações que desejam manter resiliência, conformidade e eficiência operacional precisarão antecipar mudanças estruturais em suas estratégias de mobilidade e endpoints.
Entre os principais pontos de atenção para 2026, destacam-se:
Em um cenário cada vez mais distribuído e regulado, o Unified Endpoint Management se consolida como a base do gerenciamento moderno de endpoints e da segurança corporativa.
Em 2026, a convergência entre identidade digital, gestão de dispositivos e segurança automatizada será ainda mais profunda. As organizações que tratarem o UEM como uma plataforma estratégica — e não apenas operacional — estarão mais bem preparadas para escalar com segurança, atender às exigências regulatórias e sustentar operações críticas.