Tempo est. de leitura: 13 minutos Atualizado em 07.08.2026

Gerenciar endpoints já não significa apenas cadastrar dispositivos, instalar aplicativos ou aplicar configurações.

Em ambientes corporativos cada vez mais distribuídos, a gestão de endpoints conecta diferentes sistemas operacionais, tipos de dispositivos, políticas de segurança, aplicações, usuários, unidades de negócio e níveis de responsabilidade.

Ao mesmo tempo, uma plataforma de Unified Endpoint Management precisa atender profissionais com necessidades muito diferentes.

Há quem acesse a solução diariamente para executar ações. Há quem organize políticas, grupos e estruturas. E há quem precise transformar dados do ambiente em uma visão clara para tomar decisões.

Quanto mais completa se torna uma plataforma, maior é o desafio de preservar algo essencial: a simplicidade.

Foi a partir desse desafio que começamos a construir uma nova experiência para a plataforma Urmobo.

Não se tratava apenas de atualizar telas, menus ou componentes visuais. Era necessário compreender como as pessoas realmente utilizam a plataforma e encontrar uma maneira mais simples de organizar a complexidade da gestão de endpoints.

A resposta surgiu de pesquisa, análise e contato direto com os usuários.

E revelou três necessidades fundamentais:

Monitorar. Operar. Administrar.

Três pilares que passam a orientar a experiência da plataforma e conectam a gestão de endpoints em todos os níveis da organização, do trabalho operacional à governança e à tomada de decisão.

1. A gestão de endpoints se tornou mais abrangente

Durante muito tempo, o gerenciamento de dispositivos corporativos esteve associado principalmente a smartphones e tablets.

Esse cenário mudou.

Atualmente, as empresas precisam administrar notebooks, desktops, dispositivos móveis, equipamentos compartilhados, pontos de venda, coletores, dispositivos robustos e diferentes outros endpoints.

Também precisam lidar com ambientes compostos por Android, iOS, Windows, macOS, Linux e ChromeOS, além de aplicações, arquivos, configurações, regras de segurança e diferentes perfis de acesso.

O que antes poderia ser tratado como um conjunto relativamente restrito de tarefas passou a fazer parte de uma operação mais ampla, conectada à produtividade, à segurança, à governança e à continuidade do negócio.

Essa evolução também mudou o papel das plataformas de UEM.

Elas não precisam apenas executar comandos. Precisam ajudar as empresas a compreender o ambiente, organizar sua operação, aplicar políticas e tomar decisões com maior agilidade.

O desafio, portanto, não era simplesmente adicionar mais funcionalidades à Urmobo.

Era tornar uma plataforma cada vez mais completa também mais clara, fluida e fácil de utilizar.

2. A pergunta não era onde colocar cada menu

Projetos de redesign frequentemente começam com questões visuais: onde posicionar a navegação, como organizar os menus, quais componentes devem ser atualizados, como modernizar a interface.

Essas perguntas são importantes, mas não deveriam ser o ponto de partida.

Antes de decidir onde cada elemento deveria aparecer, precisávamos responder a uma questão mais fundamental:

O que as pessoas precisam realizar quando acessam a plataforma?

Para encontrar essa resposta, o projeto partiu de um processo estruturado de discovery, com entrevistas abertas e análise de diferentes perfis de utilização.

Foram considerados usuários que trabalham intensamente na plataforma, profissionais que realizam acessos mais pontuais e parceiros que utilizam a própria experiência do produto em demonstrações e projetos com clientes.

Os relatos foram analisados por recorrência, contexto e tipo de necessidade.

O objetivo não era apenas descobrir quais telas poderiam ser melhoradas. Era compreender as intenções que estavam por trás de cada acesso.

Essa investigação mostrou que os usuários não se diferenciavam somente pelo cargo ou pela frequência de utilização.

Eles se diferenciavam principalmente pelo que precisavam fazer.

3. Três intenções fundamentais na gestão de endpoints

A pesquisa revelou três grandes padrões de necessidade.

Alguns usuários precisavam acompanhar o ambiente, interpretar indicadores e obter uma visão mais rápida para decidir.

Outros concentravam sua rotina na execução: administrar equipamentos, aplicações, arquivos, localizações e diferentes tarefas operacionais.

Também havia a necessidade de estruturar o ambiente, definir agrupamentos, configurar políticas e estabelecer uma organização capaz de acompanhar operações de maior escala.

Essas intenções deram origem aos três pilares da nova experiência Urmobo.

4. Monitorar para compreender e decidir

Monitorar significa transformar dados do ambiente em uma visão útil.

Não basta que as informações existam dentro da plataforma. Elas precisam estar organizadas de forma que possam ser interpretadas e utilizadas para orientar decisões.

Esse pilar concentra a leitura do ambiente, os indicadores, alertas e informações que ajudam diferentes profissionais a entender o que está acontecendo.

Na nova experiência, a visualização dos dados foi organizada para conduzir a leitura e destacar o que exige atenção.

O dashboard passa a oferecer sessões e visões personalizáveis, gráficos configuráveis, status de equipamentos, histórico de ativações, fabricantes presentes no ambiente, alertas e outras informações relevantes.

Cada usuário pode estruturar e salvar suas próprias visões, tornando o acompanhamento mais aderente às suas responsabilidades.

O objetivo é ampliar a capacidade de análise diretamente na plataforma, reduzindo a necessidade de exportar dados e reconstruir constantemente as mesmas visões em ferramentas externas.

Para equipes operacionais, isso significa identificar situações que precisam de ação.

Para gestores, significa acompanhar tendências, riscos e prioridades.

Para lideranças, significa ter mais informações disponíveis para decisões táticas e estratégicas.

5. Operar com eficiência

Operar é onde grande parte da gestão de endpoints acontece diariamente.

É nesse pilar que estão as ações relacionadas a equipamentos, aplicativos, arquivos, localização e outras atividades recorrentes.

Durante a pesquisa, ficou claro que pequenas fricções nesses fluxos podem se transformar em horas de trabalho acumuladas, erros de configuração e aumento na necessidade de suporte.

Por isso, a nova experiência não se limita a reorganizar os recursos existentes. Ela também simplifica fluxos importantes.

Um dos principais exemplos é a instalação de aplicativos.

Esse processo estava entre as maiores causas de chamados relacionados à utilização da plataforma. Agora, o fluxo é unificado e conduz o usuário desde a escolha da origem da aplicação até sua vinculação com políticas e equipamentos.

Uma etapa intermediária ajuda a evitar configurações incompletas, como instalar uma aplicação diretamente em um equipamento sem associá-la corretamente a uma política.

O envio de arquivos e aplicativos também passa a seguir um fluxo guiado, com seleção dos dispositivos, definição do item, configuração das opções e confirmação da ação.

Outras melhorias tornam a utilização diária mais fluida:

  • navegação com visualização prévia dos itens
  • menos recarregamentos desnecessários
  • alternância entre listas e cards
  • agendamento de ações
  • organização mais clara dos logs
  • visualização rápida de detalhes
  • estados mais claros em notificações e conversas com dispositivos
  • simplificação da configuração de geofences

O resultado é uma experiência construída para reduzir etapas, orientar ações e tornar a operação mais eficiente.

6. Administrar com controle e escala

Quanto maior o número de endpoints, usuários, unidades e regras, mais importante se torna a estrutura por trás da operação.

Administrar significa definir como o ambiente será organizado e governado.

Esse pilar reúne políticas, agrupamentos, hierarquias e outras configurações que estabelecem a base para o gerenciamento dos dispositivos.

Essa dimensão é especialmente relevante para médias e grandes empresas, nas quais diferentes áreas, filiais, clientes, perfis e tipos de equipamentos precisam coexistir dentro de uma mesma estrutura.

Uma arquitetura clara permite que a empresa cresça sem transformar o gerenciamento dos endpoints em um conjunto fragmentado de configurações.

Administrar, portanto, não é apenas configurar a plataforma.

É criar as condições necessárias para operar com consistência, aplicar regras, preservar o controle e sustentar ambientes mais complexos.

7. Três pilares conectados em todos os níveis da empresa

Monitorar, operar e administrar não são atividades isoladas, nem pertencem exclusivamente a um único cargo.

Um profissional de operação também precisa monitorar o ambiente antes de executar uma ação.

Um gestor precisa compreender indicadores, acompanhar políticas e identificar prioridades.

Uma liderança pode utilizar dados consolidados para orientar decisões, avaliar riscos e definir investimentos.

Os três pilares atravessam os níveis operacional, tático e estratégico.

No nível operacional, eles contribuem para ações mais claras, fluxos mais rápidos e menor incidência de erros.

No nível tático, ajudam gestores a acompanhar o ambiente, estabelecer prioridades, organizar políticas e coordenar a operação.

No nível estratégico, ampliam a visibilidade, a governança e a capacidade de utilizar informações da plataforma na tomada de decisão.

É essa integração que transforma uma coleção de funcionalidades em uma experiência coerente de gestão.

8. A plataforma passa a acompanhar a lógica do usuário

Uma plataforma enterprise é naturalmente composta por diferentes entidades e relações.

Um equipamento pode estar associado a um usuário, uma unidade, um grupo, uma política, uma aplicação e várias outras configurações.

Essa estrutura é necessária para atender cenários complexos. Mas ela não deveria obrigar o usuário a compreender toda a arquitetura interna do software para executar uma tarefa.

A tecnologia precisa acompanhar a forma como as pessoas trabalham, e não o contrário.

Por isso, a navegação principal da Urmobo passa a refletir as três grandes intenções identificadas durante a pesquisa.

Quando o usuário acessa a plataforma, sua primeira decisão se torna mais simples:

  • preciso compreender o ambiente
  • preciso executar uma ação
  • preciso estruturar ou configurar a operação

Em outras palavras: preciso monitorar, preciso operar, preciso administrar.

Essa lógica reduz a fragmentação e torna mais claro onde cada jornada começa.

9. Muito além de um novo layout

A nova arquitetura de navegação é o elemento mais visível da mudança, mas ela representa apenas uma parte da evolução.

O redesign também permitiu rever fluxos, padrões de interação, formas de visualização e recursos de apoio ao usuário.

Uma visão mais preparada para decisões

O dashboard foi reorganizado para oferecer uma leitura mais guiada do ambiente, com destaque para indicadores, alertas, status, fabricantes, ativações e outras informações relevantes.

Além de oferecer gráficos mais atuais, a experiência permite criar diferentes sessões, configurar componentes e salvar visões por usuário.

Assim, cada profissional pode acompanhar as informações mais importantes para sua função.

Relatórios pontuais e agendados

Os relatórios passam a ter uma separação mais clara entre demandas pontuais e entregas recorrentes.

Relatórios utilizados com frequência podem receber destaque, enquanto os agendados ficam organizados em uma área própria.

O usuário define formato, entrega e recorrência uma vez, permitindo que determinadas informações sejam distribuídas automaticamente.

Ajuda disponível dentro do contexto de trabalho

O Odin passa a estar disponível em diferentes partes da plataforma como um assistente expansível.

A nova central reúne conteúdos que anteriormente estavam distribuídos em diferentes canais, como manuais, downloads, principais dúvidas, avisos, histórico de conversas, base de conhecimento e possibilidades de contato com especialistas.

O assistente também pode transformar registros e ações técnicas em explicações mais simples, ajudando o usuário a compreender determinadas situações sem interromper sua atividade.

Para parceiros e operações personalizadas, o nome e a identidade visual do assistente também podem ser configurados.

Mais personalização

A nova experiência permite que diferentes usuários e empresas adaptem aspectos da plataforma às suas necessidades. Entre as possibilidades estão:

  • dashboard configurável
  • visões salvas por usuário
  • alternância entre temas claro e escuro
  • exibição em listas ou cards
  • relatórios em destaque
  • banners e avisos configuráveis
  • personalização da identidade do assistente

Personalização, nesse contexto, não significa apenas preferência estética. Significa tornar a informação e a operação mais adequadas ao contexto de cada usuário.

10. Uma experiência construída com pesquisa e dedicação

Uma interface pode ser redesenhada rapidamente.

Uma experiência coerente exige outra abordagem.

Exige observar, entrevistar, organizar padrões, testar hipóteses, revisar decisões e compreender que diferentes perfis podem enxergar o mesmo produto de maneiras completamente distintas.

O resultado desse processo não deve ser medido apenas pela aparência das novas telas.

Ele está na clareza da navegação, na redução de etapas, na capacidade de encontrar informações, na autonomia para resolver dúvidas e na conexão entre as necessidades operacionais e os objetivos do negócio.

Por isso, a nova experiência Urmobo não nasceu de uma busca puramente estética.

Ela nasceu da decisão de ouvir quem utiliza a plataforma e transformar essas necessidades em uma arquitetura mais simples.

11. A complexidade dos endpoints, simplificada em três pilares

A gestão de endpoints continuará evoluindo.

Novos dispositivos, sistemas operacionais, riscos, aplicações e formas de trabalho continuarão surgindo. As plataformas precisarão incorporar novas capacidades sem transferir toda essa complexidade para quem as utiliza.

Esse é o compromisso por trás da nova experiência Urmobo.

Organizar uma plataforma cada vez mais completa em torno de três necessidades fundamentais:

  • Monitorar para compreender e decidir.
  • Operar para executar com eficiência.
  • Administrar para estruturar, controlar e escalar.

Mais do que uma atualização visual, essa evolução representa uma nova forma de organizar a gestão unificada de endpoints.

Uma experiência construída a partir de pesquisa, tecnologia e dedicação para tornar o gerenciamento mais simples, inteligente e conectado em todos os níveis da empresa.

12. FAQ — Perguntas frequentes sobre gestão de endpoints

O que é gestão de endpoints?

Gestão de endpoints é o conjunto de processos e tecnologias utilizados para administrar, configurar, proteger e acompanhar dispositivos conectados ao ambiente de uma organização, como smartphones, tablets, notebooks, desktops e equipamentos dedicados.

O que é uma plataforma UEM?

UEM, ou Unified Endpoint Management, é uma abordagem que reúne o gerenciamento de diferentes dispositivos e sistemas operacionais em uma única plataforma. Ela permite centralizar políticas, aplicações, configurações, segurança, monitoramento e outras atividades relacionadas aos endpoints.

Quais são os três pilares da nova experiência Urmobo?

A nova experiência é organizada em três pilares: Monitoramento, Operação e Administração. Eles representam as principais intenções identificadas na utilização da plataforma: compreender o ambiente, executar ações e estruturar a gestão.

Cada pilar atende a um nível específico da empresa?

Não exclusivamente. Os três pilares apoiam diferentes perfis e atravessam os níveis operacional, tático e estratégico. O objetivo é conectar a execução diária, a governança do ambiente e a tomada de decisão.

A atualização da Urmobo é apenas visual?

Não. Além da identidade e dos novos padrões visuais, o projeto reorganiza a navegação, simplifica fluxos, amplia possibilidades de personalização e melhora o acesso a dados, relatórios e conteúdos de suporte.

Quais sistemas operacionais podem ser gerenciados pela Urmobo?

A plataforma Urmobo permite gerenciar endpoints com Android, iOS, Windows, macOS, Linux e ChromeOS a partir de um ambiente unificado.

Como conhecer a nova experiência da plataforma?

Empresas interessadas podem solicitar uma demonstração da Urmobo para conhecer a plataforma, seus recursos e a nova organização baseada nos pilares Monitorar, Operar e Administrar.

ATUALIZAÇÃO SEO/AI SEARCH — Google removeu os rich results de FAQ das buscas em 7/mai/2026 (o dropdown de perguntas e respostas não aparece mais no SERP; o relatório no Search Console e o Rich Results Test seguem o mesmo caminho em jun/2026, API em ago/2026). O schema FAQPage continua válido e pode ajudar mecanismos de IA a interpretar a relação pergunta-resposta, mas não gera mais destaque visual no Google — ou seja, manter o FAQ como conteúdo visível na página (como está aqui) continua valendo a pena; tratar o schema como gerador de rich result, não.

→ Conheça a nova experiência Urmobo: urmobo.com.br/contato — solicite uma demonstração da plataforma organizada em três pilares.

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