Tempo est. de leitura: 11 minutos Atualizado em 14.01.2026

Neste artigo, você vai entender as principais tendências de UEM (Unified Endpoint Management) em 2025, como elas impactam segurança, mobilidade e conformidade, e o que as organizações precisam preparar para 2026.

Em 2025, a forma como as empresas passaram a encarar a gestão de dispositivos mudou de forma profunda. Com a aceleração da transformação digital na linha de frente e a modernização de dispositivos robustos, o UEM (Unified Endpoint Management) deixou de ser apenas uma ferramenta operacional e evoluiu para uma plataforma central, capaz de impulsionar segurança, identidade, eficiência operacional e conformidade regulatória.

Aqui está uma visão abrangente das principais mudanças no setor que marcaram 2025, destacando como as organizações modernizaram suas estratégias de mobilidade para ganhar mais controle, agilidade e resiliência em ambientes cada vez mais distribuídos, além de dicas de como se preparar para 2026. Confira!

1. A UEM tornou-se a base do modelo Zero Trust

Em 2025, a UEM consolidou-se como um dos pilares do modelo de segurança Zero Trust. A simples identificação do usuário deixou de ser suficiente para garantir acesso a aplicações e dados corporativos. Passou a ser indispensável validar continuamente o estado e a confiabilidade do dispositivo.

Nesse contexto, o Unified Endpoint Management tornou-se responsável por avaliar critérios críticos de segurança, como:

  • Postura do dispositivo, assegurando que ele atenda aos requisitos mínimos de proteção;
  • Conformidade com o sistema operacional, incluindo versões e configurações suportadas;
  • Status de patches de segurança, reduzindo vulnerabilidades conhecidas;
  • Detecção de root ou jailbreak, prevenindo acessos não autorizados;
  • Aplicação de políticas de aplicativos, garantindo isolamento e controle de dados corporativos;

A chamada Confiança no Dispositivo (Device Trust) passou a ser um pré-requisito antes da concessão de acesso a aplicações corporativas, reforçando o princípio fundamental do Zero Trust: nunca confiar, sempre verificar.

2. As equipes de linha de frente tornaram-se a prioridade número um da UEM

Em 2025, as equipes de linha de frente passaram a ocupar o centro das estratégias de UEM. Setores como varejo, saúde, logística e manufatura ampliaram de forma significativa o uso de tecnologias móveis e dispositivos especializados para sustentar operações críticas e contínuas.

Esse movimento impulsionou a adoção em larga escala de:

  • Dispositivos compartilhados, utilizados por múltiplos colaboradores ao longo do dia;
  • Dispositivos Android robustos, projetados para ambientes industriais e de campo;
  • Sistemas POS e quiosques, essenciais para atendimento e vendas;
  • Dispositivos portáteis para motoristas, integrados a rotas e entregas;
  • Scanners, coletores de dados e dispositivos vestíveis, voltados à produtividade operacional;

Nesse cenário, as empresas passaram a demandar capacidades específicas de gerenciamento, como:

  • Troca rápida de usuários, sem comprometer a segurança;
  • Perfis de dispositivos vinculados à identidade do colaborador, e não ao hardware;
  • Autenticação simplificada, incluindo login baseado em senha ou identidade corporativa;
  • Verificações de conformidade em tempo real, antes e durante o uso dos dispositivos;

Com isso, a UEM com foco na linha de frente consolidou-se como um dos temas mais relevantes de 2025, permitindo que organizações equilibrassem agilidade operacional, segurança e conformidade em ambientes altamente dinâmicos.

3. O compartilhamento de dispositivos cresceu exponencialmente em todos os setores

Em 2025, o compartilhamento de dispositivos móveis expandiu-se de forma acelerada em praticamente todos os setores, impulsionado principalmente por ganhos de custo, eficiência operacional e escalabilidade. Em vez de um dispositivo por colaborador, muitas organizações passaram a adotar modelos compartilhados para sustentar operações contínuas e de alto volume.

Para viabilizar esse cenário com segurança e controle, a gestão de dispositivos corporativos evoluiu e passou a oferecer recursos avançados, como:

  • Perfis baseados em sessão, que se ativam automaticamente no login do usuário;
  • Login por QR Code, permitindo autenticação rápida e sem atrito;
  • Configurações de aplicativos gerenciados, aplicadas dinamicamente conforme o perfil;
  • Perfis de trabalho temporários, ideais para turnos, contratos sazonais ou equipes rotativas;
  • Limpeza programada entre turnos, garantindo remoção de dados e restauração de políticas;

Essas capacidades elevaram o gerenciamento de dispositivos compartilhados a um recurso de nível empresarial, tornando o UEM essencial para organizações que precisam equilibrar experiência do usuário, segurança e governança.

4. Dispositivos Android robustos passaram a dominar a mobilidade corporativa

Em 2025, a adoção de dispositivos Android robustos cresceu de forma expressiva, especialmente nos setores de logística e manufatura, onde a mobilidade é crítica e os ambientes operacionais são mais exigentes. Esse avanço consolidou o Android como a principal plataforma para operações de campo e chão de fábrica.

Diversos fatores impulsionaram essa mudança, entre eles:

  • A entrada de novos fabricantes de equipamentos originais (OEMs), ampliando a oferta e a competitividade do mercado;
  • Maior durabilidade aliada a preços mais acessíveis, reduzindo o custo total de propriedade;
  • Suporte maduro ao Android Enterprise, com recursos avançados de gerenciamento;
  • Evolução do OEMConfig, permitindo configurações profundas diretamente via UEM;
  • Capacidades aprimoradas de solução de problemas remotos, reduzindo a necessidade de suporte presencial;

Na prática, as equipes de TI passaram a exigir funcionalidades específicas para esse tipo de dispositivo, incluindo:

  • Análise da saúde da bateria, para prever falhas e evitar interrupções;
  • Configuração e gerenciamento de scanners, essenciais para operações logísticas;
  • Detecção de quedas, aumentando a segurança do operador e do equipamento;
  • Monitoramento térmico, prevenindo danos por superaquecimento;
  • Diagnóstico de rede, para garantir conectividade contínua em ambientes críticos;

Diante dessas demandas, o gerenciamento unificado de endpoints evoluiu para suportar fluxos de trabalho específicos para ambientes robustos, tornando-se uma peça-chave na gestão de dispositivos Android industriais com alto nível de controle, visibilidade e eficiência.

5. A Inteligência Artificial tornou-se parte integrante das plataformas

Em 2025, a Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um recurso complementar e passou a desempenhar um papel central nas plataformas. Mais do que automatizar tarefas, a IA passou a atuar de forma proativa, antecipando problemas e otimizando decisões operacionais.

As principais plataformas de UEM incorporaram capacidades avançadas de IA, como:

  • Análise preditiva de falhas de dispositivos, identificando riscos antes que impactem as operações;
  • Aplicação automatizada de conformidade, ajustando políticas em tempo real;
  • Suporte remoto assistido por IA, acelerando diagnósticos e resoluções;
  • Geração automática de scripts de correção, reduzindo intervenções manuais;
  • Recomendações inteligentes de políticas, baseadas em comportamento, risco e contexto;

Como resultado, a IA reduziu drasticamente a carga de trabalho das equipes de TI, permitindo que profissionais deixassem atividades reativas e repetitivas para focar em estratégias de segurança, governança e inovação.

6. O gerenciamento de aplicativos tornou-se centralizado e orientado à segurança

Em 2025, o gerenciamento de aplicativos passou a ocupar uma posição central dentro das estratégias de UEM (Unified Endpoint Management). Diante do aumento de riscos, do trabalho distribuído e da diversidade de dispositivos, as organizações passaram a priorizar controle, visibilidade e segurança no nível do aplicativo.

Esse avanço foi impulsionado por melhorias significativas em áreas como:

  • Configurações de aplicativos gerenciados, aplicadas de forma consistente e escalável;
  • Restrições de rede no nível do aplicativo, isolando tráfego e reduzindo superfícies de ataque;
  • Conteinerização, separando dados corporativos e pessoais;
  • Atualizações silenciosas de aplicativos, garantindo versões seguras sem impactar o usuário;
  • Acesso a aplicativos baseado em Zero Trust, validando identidade, dispositivo e contexto;
  • Adoção de lojas de aplicativos privadas, com distribuição controlada e governança centralizada;

Com essas capacidades, as empresas passaram a priorizar experiências de aplicativos seguras, padronizadas e altamente controladas, garantindo produtividade sem abrir mão da conformidade e da proteção de dados corporativos.

7. Redes privadas e eSIM transformaram a gestão da conectividade

Com o avanço do 5G privado em 2025, a gestão da conectividade corporativa passou por uma mudança significativa. As organizações passaram a exigir que as plataformas fossem além do gerenciamento de dispositivos, assumindo também um papel ativo no controle e na segurança da conectividade.

Em ambientes corporativos reais, o UEM precisou lidar com capacidades avançadas, como:

  • Provisionamento e gerenciamento de eSIM, permitindo ativação remota e escalável;
  • Fatiamento de rede (network slicing), garantindo desempenho e isolamento por tipo de aplicação;
  • Perfis de redes privadas, configurados conforme o ambiente e o nível de criticidade;
  • Identidade do dispositivo para acesso à rede, alinhando conectividade ao modelo Zero Trust;

Esses recursos tornaram-se essenciais para ambientes de missão crítica, como fábricas, armazéns, portos e hospitais, onde conectividade confiável, segura e de baixa latência é um requisito operacional — e não uma opção.

8. A automação da conformidade tornou-se requisito fundamental

Em 2025, a automação da conformidade deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito essencial para o gerenciamento de dispositivos móveis. O aumento da complexidade regulatória e a pressão por respostas rápidas levaram as empresas a abandonar processos manuais e adotar modelos de conformidade contínua.

Esse movimento foi impulsionado por mudanças e reforços regulatórios, como:

  • Atualizações do RGPD em 2025, com maior rigor sobre controle e rastreabilidade;
  • Supervisão ampliada da ADMT no contexto da CCPA/CPRA, elevando exigências de governança;
  • Atualizações modernas do HIPAA, focadas em mobilidade e acesso remoto;
  • Novos regulamentos de dispositivos na Índia, com impacto global em fabricantes e operações;
  • Aumento das exigências de seguradoras cibernéticas, vinculando cobertura ao nível de controle e visibilidade;

Para atender equipes de TI, as plataformas de gerenciamento unificado de endpoints evoluíram com recursos de automação avançada, incluindo:

  • Relatórios de conformidade automatizados, prontos para auditorias;
  • Auditorias contínuas de dispositivos, com verificação em tempo real;
  • Aplicação automática de políticas, reduzindo falhas humanas;
  • Remediação imediata, corrigindo desvios antes que se tornem riscos;

Com isso, o Unified Endpoint Management consolidou-se como a camada central de governança e conformidade, permitindo que as organizações mantenham aderência regulatória sem comprometer agilidade, segurança ou escala.

9. A resolução remota de problemas tornou-se mais eficiente e inteligente

Em 2025, a resolução remota de problemas evoluiu de forma significativa dentro das plataformas de UEM, tornando-se mais rápida, inteligente e orientada ao contexto operacional. Essa evolução foi especialmente crítica para ambientes de linha de frente e operações de campo, onde o tempo de inatividade impacta diretamente a produtividade e os resultados do negócio.

As principais melhorias em suporte remoto incluíram:

  • Visualização e controle remoto leves, otimizados para conexões de baixa largura de banda;
  • Solução de problemas assistida por realidade aumentada, guiando usuários e técnicos em tempo real;
  • Diagnóstico em tempo real, com visibilidade imediata sobre o estado do dispositivo;
  • Automação na captura de logs, reduzindo tempo de análise e erros manuais;

Essas capacidades permitiram uma resolução de incidentes muito mais ágil, diminuindo deslocamentos físicos, reduzindo custos de suporte e garantindo continuidade operacional para dispositivos utilizados em operações críticas de linha de frente e campo.

O que as organizações devem preparar para 2026

À medida que as plataformas de UEM (Unified Endpoint Management) evoluem, 2026 será marcado por uma integração ainda mais profunda entre identidade, segurança e gerenciamento de dispositivos. As organizações que desejam manter resiliência, conformidade e eficiência operacional precisarão antecipar mudanças estruturais em suas estratégias de mobilidade e endpoints.

Entre os principais pontos de atenção para 2026, destacam-se:

  • O UEM consolidando-se como o guardião da autenticação no modelo Zero Trust, validando continuamente identidade, dispositivo e contexto;
  • Adoção ampliada de acesso baseado em senha e identidade para dispositivos compartilhados e robustos, reduzindo fricção sem comprometer a segurança;
  • Aplicação de políticas orientadas por IA, com remediação automatizada em tempo real, minimizando riscos operacionais;
  • Expansão do UEM para dispositivos IoT e de borda (edge), ampliando o perímetro de gerenciamento e proteção;
  • Integração nativa com redes privadas, incluindo 5G privado, tornando-se um padrão corporativo;
  • Crescimento acelerado de ambientes com dispositivos compartilhados, exigindo modelos avançados de sessão e identidade;
  • Exigências cada vez mais rigorosas de conformidade por parte das seguradoras cibernéticas, vinculando cobertura ao nível de controle e visibilidade;

Em um cenário cada vez mais distribuído e regulado, o Unified Endpoint Management se consolida como a base do gerenciamento moderno de endpoints e da segurança corporativa.

Em 2026, a convergência entre identidade digital, gestão de dispositivos e segurança automatizada será ainda mais profunda. As organizações que tratarem o UEM como uma plataforma estratégica — e não apenas operacional — estarão mais bem preparadas para escalar com segurança, atender às exigências regulatórias e sustentar operações críticas.

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